Crise? Que crise?
Um homem vivia na beira da estrada e vendia cachorros-quentes. Não tinha rádio e, por deficiência de vista, não podia ler jornais, mas, em compensação, vendia bons cachorros-quentes. Colocou um cartaz na beira da estrada, anunciando a mercadoria, e ficou por ali, gritando quando alguém passava:
"Olha o cachorro-quente especial!"
E as pessoas compravam. Assim, ele aumentou os pedidos de pão e salsichas, e acabou construindo uma boa mercearia. Então, mandou buscar o filho, que estudava na Universidade, para ajudá-lo a tocar o negócio, e alguma coisa aconteceu. O filho veio e disse: "Papai, o senhor não tem ouvido o rádio? Não tem lido jornais? Há uma crise muito séria, e a situação internacional é perigosíssima!" Diante disso o pai pensou: "Meu filho estudou na Universidade! Ouve rádio e lê jornais, portanto, deve saber o que está dizendo!" E então reduziu os pedidos de pão e salsichas, tirou o cartaz da beira da estrada, e não ficou por ali, apregoando os seus cachorros-quentes. As vendas caíram do dia para a noite, e ele disse ao filho, convencido:
"Você tinha razão, meu filho, a crise é muito séria!"
Com qual dos personagens desta história você se identifica mais? Com o filho que influenciado pela mídia, conversas e constatações pessoais se deixou levar por uma atitude pessimista com relação às oportunidades que temos nesta vida. Quem escolhe este caminho passará o resto da vida vendo as dificuldades e não as possibilidades! (L. Roberto Silvado)
Ainda bem que estamos aprendendo como pesquisar nosso mercado. Pois além de ninguém nos parar pelo pessimismo, teremos fatos para continuar!
Enviado por Rosangela Almeida ( Minha Tutora do Sebrae )
"Reverso do pessimismo"
Com os nossos pensamentos e palavras, construímos o verdadeiro mundo em que vivemos.
Por isso, nossa vida e nossa felicidade depende exclusivamente de nossos pensamentos e de nossas palavras.
Vigie o momento presente, para que seu futuro seja feliz. Plante sementes de otimismo e de amor, para colher amanhã os frutos da alegria e da felicidade.
C. Torres Pastorino
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