Caro colega, salve!
Quando comecei a ministrar aulas particulares de informática (personal trainner digital) em 1995 para crianças, jovens, adultos e idosos, usava um método simples. Consistia num modelo usado na 2ª guerra mundial que acelerava o treinamento de novos funcionários na industria de material bélico. Era composto de três passos:
1º Eu faço, eu te explico.
2º Tu me explicas, eu faço.
3º Tu fazes, tu me explicas.
Ao mudar para o treinamento corporativo (Compucenter) ainda continuei com a prática, mas tive que criar e aperfeiçoar novos métodos e metodologias. A que trouxe mais benefícios em curto prazo foi a criação do Termômetro do Conhecimento. Ajudou a identificar estudantes em dificuldades e de forma tempestiva, a correção da rota no curso.
Para me tornar um instrutor corporativo na iniciativa privada tive que passar por inúmeros processos e fases. Na Compucenter eram 11. Tive que enviar currículo, depois veio a entrevista e finalmente a aula-teste. Foi uma aula de 45 minutos escolhida pelo gerente técnico de treinamento (Sr. Murilo) e pela psicóloga (Sra. Vânia). Escolheram modelagem de dados no MS-Access. Fui aprovado com louvor, mas a psicóloga me alertou sobre um problema: engulo muitos “s”.
Vencida essa fase, passei para a prática. Tive que ministrar um curso de Windows 95 para o SBT de Silvio Santos. Na turma conheci o Flávio Cavalcanti Junior, a época diretor em Brasília. Foi muito engraçado, pois o Júlio Botelho do Recursos Humanos pediu que eu passasse no Departamento Pessoal. Quando deixei a empresa em 1989, esqueci de assinar minha demissão. Quando saí da Compucenter, fui convidado (Sr. Alfredo) para ministrar aulas sobre segurança da informação para a TVS Studios Brasília, canal 5 (SBT).
Você que é técnico em informática e deseja torna-se instrutor, terá nesse instrumento um poderoso aliado dentro de sala de aula. [Baixe aqui]







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